Para construir propostas que alcancem de fato as necessidades da população sul-mato-grossense, o candidato a governador pela coligação “Por um MS do Povo”, Fábio Trad, e a candidata a vice-governadora, Dona Gilda, colocaram o pé na estrada e os ouvidos a postos. Foram mais de 300 reuniões só na fase de pré-campanha, em 63 municípios de todas as regiões de Mato Grosso do Sul, de ponta a ponta.
“Eu botei o pé na estrada pra rodar por esse estado lindo. Fui em cada canto de Mato Grosso do Sul, do interior até aqueles bairros que ninguém aparece”, conta Fábio Trad.
Mapeando gargalos históricos e dialogando diretamente com a comunidade, a chapa percorreu o território sul-mato-grossense com um objetivo claro: ouvir quem realmente importa — o cidadão que definirá o futuro do estado nas urnas no dia 4 de outubro.
Durante as viagens pelas diversas macrorregiões — do Pantanal ao Bolsão, da Fronteira ao Vale do Ivinhema e Região Central —, Fábio Trad e Dona Gilda colheram demandas essenciais sobre saúde, infraestrutura, segurança pública, apoio ao produtor rural e geração de emprego.
“Cheguei, sentei, olhei no olho e fiz uma coisa que virou raridade na política: escutar as pessoas. Sem pressa”, comenta o candidato petista. “Escutei o produtor, o professor, a mãe na fila do posto, o jovem que quer ficar na cidade dele e não consegue. Cada conversa dessas me ensinou alguma coisa. É daí que sai projeto para o povo, e não projeto de gabinete”, define.
Visitas técnicas e reuniões comunitárias serviram de alicerce para a estruturação do plano de governo, fundamentado em dados reais do cotidiano das famílias sul-mato-grossenses.
“Governar de verdade exige presença física e sensibilidade para ouvir. Não se constrói um Mato Grosso do Sul mais justo e próspero de dentro de um gabinete. Fizemos questão de ir onde o cidadão está, ouvindo suas dores e aspirações para apresentarmos soluções reais e viáveis”, destacou Fábio Trad.
Para ele, um estado que produz tanta riqueza não pode ter tanta gente ficando para trás, como mostram os dados sobre concentração de renda. “E quem me disse isso foi o próprio povo, com as palavras dele. Então é simples: eu ouvi. Agora é hora de trabalhar com muita vontade e coragem”, propõe.
A mobilização de pré-campanha marcou presença direta nos municípios de:
Água Clara,
Alcinópolis,
Amambai,
Anastácio,
Angélica,
Aparecida do Taboado,
Aquidauana,
Aral Moreira,
Bandeirantes,
Bataguassu,
Batayporã,
Bela Vista,
Bodoquena,
Bonito,
Brasilândia,
Caarapó,
Camapuã,
Campo Grande,
Caracol,
Cassilândia,
Chapadão do Sul,
Corguinho,
Coronel Sapucaia,
Corumbá,
Costa Rica,
Coxim,
Dourados,
Eldorado,
Figueirão,
Guia Lopes da Laguna,
Iguatemi,
Inocência,
Itaporã,
Itaquiraí,
Ivinhema,
Japorã,
Jardim,
Juti,
Ladário,
Laguna Carapã,
Maracaju, Miranda,
Mundo Novo,
Nioaque,
Nova Andradina,
Novo Horizonte do Sul,
Paraíso das Águas,
Paranaíba,
Paranhos,
Pedro Gomes,
Ponta Porã,
Porto Murtinho,
Rio Brilhante,
Rio Verde de Mato Grosso,
Rochedo,
Santa Rita do Pardo,
São Gabriel do Oeste,
Selvíria,
Sete Quedas,
Sonora,
Tacuru,
Taquarussu,
Três Lagoas.
As conversas continuam, agora com a campanha a pleno vapor, com o objetivo de formatar o plano de governo que, embora já registrado, segue como organismo vivo e aberto às contribuições do cidadão.
Para contribuir, acesse as redes sociais do Fábio Trad e o site: www.fabiotrad13.com.br
Veja as propostas para
o desenvolvimento dos municípios de MS
Fortalecer a cooperação e consórcios regionais para que Estado e municípios atuem juntos na redução de filas de atendimento, aceleração de obras e aproximação dos serviços públicos das pessoas.
Oferecer suporte e assistência técnica governamental para pequenos municípios e regiões de fronteira.
Fortalecer as cidades-polo, descentralizar a administração e implantar planos regionais de desenvolvimento.
Revisar e aplicar incentivos fiscais com olhar regional, priorizando municípios menos desenvolvidos, regiões de fronteira e localidades com menor dinamismo econômico para atrair indústrias e investimentos.
Estimular o crédito para micro, pequenas e médias empresas, além de apoiar empreendedores regionais no interior.
Criar um Plano Estadual de Desenvolvimento de Fronteira, estimulando a integração econômica, comércio exterior e infraestrutura logística.
Retomar a gestão própria pública dos hospitais regionais e reforçar as unidades já existentes no interior (como Dourados, Três Lagoas, Ponta Porã, Nova Andradina e Coxim).
Criar novos hospitais regionais em Corumbá, Naviraí e Jardim para descentralizar o atendimento de média e alta complexidade nas regiões do Pantanal, Cone Sul e Serra da Bodoquena.
Criar centros regionais de especialidades e exames (integrados ao programa federal “Agora tem Especialistas”), além de ampliar o serviço público de hemodiálise em cidades-polo para diminuir o deslocamento até a capital.
Criar o Programa Estadual de Estradas Rurais e Pontes para focar no apoio à agricultura familiar, escoamento de safras, transporte escolar e substituição de pontes precárias nas vicinais.
Lançar o programa Cidades Resilientes MS (em parceria com o Novo PAC) para destinar recursos a obras de drenagem urbana, prevenção de enchentes, combate a erosões e mobilidade sustentável nos municípios.
Criar um Plano Estadual de Pavimentação e Duplicação de trechos prioritários das rodovias estaduais essenciais ao turismo e à economia regional.
Fortalecer os CRAS e CREAS com equipes multiprofissionais e suporte técnico-financeiro direto do Estado aos municípios.
Expandir as Delegacias da Mulher com atendimento regionalizado 24h, apoiar guardas municipais (onde existirem) e criar o Programa Estadual de Segurança nas Escolas.
Resgatar os Restaurantes Populares e apoiar as Cozinhas Solidárias municipais.
Fortalecer os 204 assentamentos rurais em MS garantindo habitação, água, internet rural, estradas de acesso e eletrificação.
Criar o Programa de Agroindustrialização da Agricultura Familiar para financiar e certificar pequenas agroindústrias, agregando valor aos produtos locais e movimentando as economias do interior.
Priorizar produtores locais, assentados e cooperativas na merenda escolar da rede estadual e nas compras para hospitais.
Diversificar o turismo com criação de rotas específicas no interior (Rota Pantaneira, Rota da Fronteira, Rota Indígena, Turismo Rural, Histórico e Gastronômico), além de modernizar a infraestrutura urbana e de sinalização de municípios turísticos.
Descentralizar os recursos do Fundo de Investimentos Culturais (FIC) e criar a Rede Estadual de Centros Culturais e Comunitários para atender o interior e áreas periféricas.









