Os animais que morreram vieram da região sul do Rio Grande do Sul e, assim como os demais bovinos participantes da feira, passaram por exames de admissão e inspeções realizadas pelo Departamento de Vigilância e Defesa Sanitária Animal. Segundo o veterinário responsável pelo serviço oficial do evento, nenhuma doença preexistente foi identificada nas avaliações, realizadas desde as propriedades de origem até a chegada ao Parque de Exposições.
De acordo com a Associação Brasileira de Angus, os casos estão sendo acompanhados pelo veterinário de plantão no Parque de Exposições Assis Brasil, André Dalto, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). A principal suspeita para a morte dos dois primeiros bovinos é de uma infecção alimentar isolada.
No terceiro caso, foi confirmada a ocorrência de tristeza parasitária bovina, enfermidade relativamente comum no rebanho. Conforme o veterinário, nenhuma das situações registradas apresenta caráter contagioso ou representa risco para os demais animais ou para o público que frequenta a feira.
Em nota, a Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi) informou que acompanha as ocorrências e aguarda os resultados das necropsias realizadas pela UFRGS. Os laudos deverão apontar oficialmente as causas das mortes dos animais.









