Grande parte da vida dos profissionais é dedicada ao trabalho e, por isso, o ambiente em que essas atividades são realizadas impacta diretamente o bem-estar de cada pessoa. Um espaço seguro e acolhedor favorece a saúde emocional de servidores, colaboradores, estagiários e jovens aprendizes, preservando sua integridade e contribuindo para a prestação de serviços com excelência.
Quando as pessoas se sentem livres para expressar suas ideias, compartilhar preocupações e agir sem medo de julgamento ou retaliação, sua segurança emocional está assegurada. Esse ambiente promove o bem-estar coletivo, fortalece relações de confiança e respeito mútuo, protege a saúde mental dos trabalhadores e contribui diretamente para sua produtividade e engajamento.
Situações ou comentários que geram medo, constrangimento ou humilhação, por outro lado, causam danos à dignidade e à integridade do profissional, colocando em risco não apenas sua saúde mental, mas também sua saúde física, social e profissional. O assédio moral, em particular, degrada as relações socioprofissionais e compromete o clima organizacional, gerando prejuízos que afetam toda a equipe.
Para auxiliar na identificação e na prevenção dessas e de outras situações de assédio e/ou discriminação no ambiente de trabalho, o Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul disponibiliza a “Cartilha de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, do Assédio Sexual e da Discriminação”, elaborada pelo Núcleo de Acolhimento da Secretaria de Gestão de Pessoas.
Em situações que afetem sua dignidade ou bem-estar no ambiente de trabalho, magistrados, servidores e colaboradores podem buscar atendimento especializado e humanizado junto ao Núcleo de Acolhimento, pelos seguintes canais:
WhatsApp: (67) 98177-0208
E-mail: [email protected]
Ramal: (67) 3313-2455
Presencialmente: sala do Núcleo de Acolhimento, ao lado da Secretaria de Gestão de Pessoas
O Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul reafirma seu compromisso com a promoção de um ambiente de trabalho saudável, seguro e respeitoso, reconhecendo que o respeito mútuo e a comunicação não violenta são fundamentos indispensáveis para uma gestão pública responsável, humanizada e de qualidade.










