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Respeito e parcerias produtivas explicam crescimento de Vander na corrida ao Senado

Se as regras jurídicas e os bons princípios humanos definem que os mandatos políticos foram criados para os mandatários servirem às pessoas de maneira geral, sem privilégio e nem discriminação, o deputado federal e candidato a senador Vander Loubet (PT) é um dos exemplos concretos desta verdade. As manifestações de apoio e engajamento que ele está recebendo dos mais diversos núcleos humanos e sociais ao longo de sua campanha indicam a dimensão humanista e republicana do seu jeito de fazer política.

Em Mato Grosso do Sul, prefeitos, lideranças e partidos que fazem oposição sistemática ao PT e ao governo Lula destacam os benefícios que seus municípios conquistaram por meio de recursos, projetos e intervenções viabilizados por Vander. Sem mencionar nomes, o candidato ressalta que cada prefeito engajado no seu projeto senatorial representa uma comunidade inteira, um município, e isto é suficiente para apresentar a emenda e trabalhar pela liberação da verba junto aos órgãos do governo federal.

“As demandas são solicitações de interesse público, são aspirações coletivas e não desejos pessoais desta ou daquela liderança”, pontua Vander. “Além disso, não paro pra pensar se ao atender um prefeito de partido adversário estarei fortalecendo um partido ou um grupo contrário ao meu. Se fizesse isso, estaria traindo a mim mesmo, estaria fulanizando uma delegação legítima que me foi confiada nas urnas. Os recursos que mando são reflexo do voto e da confiança que me foram depositados. E isso está sempre acima de partidos, ideologias e coisas menores”, completa.

Projeções otimistas

Vander se diz confiante na reeleição do presidente Lula e na chegada de Fábio Trad, candidato do PT ao Governo do Estado, ao segundo turno. “O Fábio é dono de um histórico dos mais qualificados: na advocacia, foi presidente da OAB-MS; na Câmara dos Deputados, foi um dos parlamentares reconhecidamente dos mais brilhantes. É um nome de envergadura moral, política e republicana, pronto para fazer um governo inovador e consciente dos desafios do Estado”, analisa.

Sobre o Governo Federal, Vander reitera a importância do Senado para ampliar e potencializar as principais pautas locais e nacionais, entre as quais a defesa da democracia e da soberania do país e a ampliação dos benefícios decorrentes da ação parlamentar, tanto na busca de recursos como em ações e projetos de desenvolvimento sustentável, econômico e social. Projetos e perspectivas reais, como o Corredor Bioceânico e o acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia estão na agenda de prioridades.

Vander ressaltou ainda a forte presença do governo Lula nas ações que impulsionam Mato Grosso do Sul. Considera que, além do laço afetivo entre o chefe da Nação e o Estado, há um processo que classifica como “extraordinária colaboração” do Planalto com o governo de um estado cujo mandatário, Eduardo Riedel, é do PP, partido da linha de frente de oposição ao PT e ao presidente.

Em seis mandatos, iniciados em 2003, Vander já viabilizou para Mato Grosso do Sul mais de R$ 5,3 bilhões em investimentos. Se eleito senador, a certeza é multiplicar esses valores por meio de emendas e outras iniciativas políticas e parlamentares. Da mesma forma, Vander projeta suas ações como reforço aos investimentos já elencados por Lula para garantir condições desenvolvimentistas em Mato Grosso do Sul.

Mais benefícios

Segundo o candidato a senador, para 2027, os sul-mato-grossenses vão receber do governo Lula mais benefícios do Novo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento). Vander observa que, independentemente dos resultados da eleição, os recursos federais estão garantidos. “O Planalto tem um plano global plurianual de R$ 44,7 bilhões. No estado, já foram aplicados mais de R$ 10,3 bilhões”, explica Vander.

Também estão nessas projeções investimentos federais para a Rota Bioceânica, como a adequação da BR-267 – entre Alto Caracol e Porto Murtinho – e o acesso à Ponte Heitor Miranda dos Santos sobre o Rio Paraguai; construção do contorno viário de Três Lagoas; e mais moradias pelo programa Minha Casa Minha Vida. Segundo o Sindicato dos Fiscais de MS (Sindfisca), a oscilação na arrecadação interna de ICMS fez dos repasses da União peças fundamentais para equilibrar o orçamento público estaual.

O Sindicato informa que o Fundo de Participação dos Estados (FPE) registrou um crescimento expressivo de 20% nos repasses federais e o Fundo de Participação dos Municípios (FPM) teve alta consolidada de 10,3%, servindo como principal suporte financeiro para as prefeituras, entre elas a de Campo Grande.

Vale recordar que o Governo Federal autorizou, após aprovação do Senado, um crédito externo de US$ 80 milhões (cerca de R$ 414 milhões) junto ao Banco Mundial (BID) para Mato Grosso do Sul, com a garantia da União, destinado a uma PPP (Parceria Público-Privada) do Hospital Regional, em Campo Grande. E em abril passado Lula assinou o contrato de crédito internacional de US$ 200 milhões (cerca de R$ 1 bilhão) com o Banco Mundial (BIRD), voltado ao programa “Rodar MS”, para recuperação de mais de 700 km de rodovias.

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