A diferença no ritmo de valorização dos animais e da carne acirra a disputa por margens entre os elos da cadeia pecuária. O encarecimento da reposição eleva os custos de recriadores e terminadores, enquanto os frigoríficos enfrentam dificuldade para repassar integralmente a alta da arroba aos preços da carne.
Nesse contexto, a eficiência produtiva, a relação de troca e a capacidade de repassar os reajustes ganham peso na rentabilidade do setor.
Os preços seguem sustentados pela oferta mais restrita de animais prontos para abate durante a entressafra e pela melhora das exportações em comparação com agosto.
O mercado também acompanha a expectativa de retomada das compras chinesas, apontada pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) como outro fator que influencia a formação das cotações.








