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Programas de pós-graduação com docentes da Embrapa Milho e Sorgo recebem avaliação máxima da Capes

Dois programas de pós-graduação que contam com pesquisadoras e pesquisadores da Embrapa Milho e Sorgo no corpo docente obtiveram nota 7 na avaliação pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

A avaliação máxima foi obtida pela primeira vez tanto pela Pós-Graduação em Bioengenharia da Universidade Federal de São João Del-Rei (UFSJ), quanto pela Pós-Graduação em Genética da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

A Capes avalia os programas de pós-graduação de quatro em quatro anos. De acordo com informações no site, “os programas que receberem notas 1 e 2 deixam de ser avaliados pela Capes e entram em processo de desativação. Programas que oferecem apenas cursos de mestrado podem obter, no máximo, nota 5. Notas superiores a 5 somente são atribuídas a programas com elevado padrão de excelência e que tenham cursos de mestrado e doutorado.” Segundo informações apuradas em artigo da própria Capes, os conceitos 6 e 7 “expressam excelência constatada em nível internacional”.

Parceria com a UFSJ

De acordo com informações no site da UFSJ, “o Programa de Pós-graduação em Bioengenharia (PPBE), níveis mestrado e doutorado, foi idealizado e criado por iniciativa do Departamento de Engenharia de Biossistemas (DBTEC) da UFSJ, em parceria com o Centro Nacional de Pesquisa de Milho e Sorgo (CNPMS) da Embrapa. Aprovado pela Capes em 2009, teve sua primeira turma de alunos ingressantes no primeiro semestre de 2010.” De caráter interdisciplinar, o programa sempre esteve ligado à Embrapa Milho e Sorgo.

Constituem o corpo docente permanente do programa seis pesquisadoras e pesquisadores da Embrapa Milho e Sorgo: Claúdia Teixeira GuimarãesIvanildo Evódio MarrielJurandir Vieira de MagalhãesMaria Marta PastinaSimone Martins Mendes e Sylvia Morais de Sousa.

Presença na UFMG

A Pós-Graduação em Genética da UFMG, inciada em 2003, se destaca na pesquisa animal em parceria com outra Unidade da Empresa: Embrapa Gado de Leite, sediada em Juiz de Fora. O programa também conta com a docência de Jurandir Magalhães e Cláudia Guimarães, da Embrapa Milho e Sorgo. A pesquisadora destaca que inúmeros discentes das Universidades passaram pela Embrapa enquanto acadêmicos e foram formados por esses cursos. Ela ressalta ainda que as notas máximas na Capes podem representar mais investimentos no fomento às pesquisas.

Agradecimentos

As pró-reitorias de pós-graduação das duas instituições agradeceram pelas notas inéditas alcançadas. A UFSJ reconheceu “a dedicação coletiva dos coordenadores, colegiado de curso, docentes, discentes, egressos e servidores técnico-administrativos” e a UFMG cumprimentou “os corpos docente, discente e técnico-administrativo que, em momentos tão desafiadores vividos por nossa sociedade nesse período, se dedicaram e contribuíram para o desenvolvimento do Programa e a consolidação do Sistema de Pós-Graduação”.

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