A Polícia Militar Ambiental (PMA) de Rio Negro deflagrou nesta semana uma nova fase da operação de intensificação do policiamento ostensivo na zona rural do município. O objetivo da ação é duplo: prevenir furtos e abigeato (furto de gado) em propriedades rurais e coibir crimes ambientais, como desmatamento ilegal, caça predatória e pesca irregular nos rios e córregos da região.
Segundo o comando da unidade, o aumento das ocorrências de invasões em fazendas e denúncias de extração ilegal de madeira motivaram a expansão das patrulhas. “Estamos com equipes em campo 24 horas por dia, realizando abordagens e verificando denúncias. A zona rural é extensa e exige essa atenção redobrada, tanto para proteger o patrimônio do homem do campo quanto para preservar os recursos naturais que ainda temos”, explicou o Tenente [Inserir Nome], responsável pela operação.
As viaturas da PMA estão percorrendo estradas vicinais, assentamentos e regiões de mata mais fechada, locais de difícil acesso que, por vezes, são utilizados por infratores para a prática de delitos. Durante as abordagens, os militares verificam a documentação de veículos, cargas de madeira, produtos da pesca e a situação de animais em cativeiro.
Nas últimas 48 horas, a operação já resultou em [Inserir número] autuações por infrações ambientais, incluindo o transporte de madeira sem licença e o uso de apetrechos de pesca proibidos. Além disso, a simples presença das viaturas inibiu ações criminosas em propriedades que haviam registrado furtos recentemente.
“A gente se sente mais seguro vendo a viatura passar. O medo é constante, principalmente à noite, mas saber que o policiamento está na área já faz a diferença”, afirmou o produtor rural [Inserir Nome de um Produtor], que possui uma propriedade na região do Córrego [Inserir Nome].
A PMA reforça que o sucesso das ações depende também da participação da população. A orientação é que os moradores rurais e até mesmo os turistas que frequentam a região comuniquem imediatamente qualquer atividade suspeita, como movimentação de pessoas estranhas em áreas de mata, barulhos de motosserra em horários incomuns ou veículos carregando madeira sem procedência.
As denúncias podem ser feitas anonimamente através do telefone 190 ou diretamente no batalhão da PMA de Rio Negro.
A operação “Colheita Segura”, como foi batizada, não tem prazo para terminar e deve se estender por todo o período de safra, quando há maior circulação de produtos agrícolas e, consequentemente, maior risco de furtos nas fazendas da região.
Tony Franco











