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Nelsinho mobiliza sociedade contra proposta da ANS que ameaça saúde das mulheres

O senador Nelsinho Trad (PSD-MS), médico e defensor da saúde pública, mobiliza a sociedade contra uma proposta apresentada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) na Consulta Pública nº 144.  

A proposição avalia, entre outras medidas, a criação de um selo de Certificação de Boas Práticas em Atenção Oncológica que estabelece como critério o rastreamento mamográfico na rede privada apenas para mulheres entre 50 e 69 anos, com periodicidade bienal.

Em vídeo publicado na internet, o parlamentar afirma que “a gente, como médico, sabe que isso é um retrocesso imenso, porque 40% dos cânceres de mama, eles são exatamente na faixa dos 40 aos 50 anos. E 22% de morte, exatamente nesse período”. E pede a contribuição dos seguidores: “nós não podemos deixar isso prosperar”.

O médico e senador orienta sobre como participar da consulta pública. Nas redes, descreveu o passo a passo abaixo:

  • Acesse o link da consulta pública (https://licitacoes.apps.sa-1a.mendixcloud.com/link/ConsultaPublica/144).
  • Role até a área de contribuição.
  • Preencha seus dados (nome, CPF ou CNPJ, e-mail).
  • No item de contribuição, selecione “ANEXO III: CAPÍTULO II”.
  • Marque sua posição: DISCORDE da proposta.
  • Escreva sua justificativa, por exemplo: “Discordo da recomendação de rastreamento bienal entre 50-69 anos. O ideal seria mudar o rastreamento para o que CBR, SBM (Sociedade Brasileira de Mastologia) e FEBRASGO (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia) preconizam – rastreamento anual a partir de 40 anos. Motivo: 40% das mulheres brasileiras são diagnosticadas abaixo dos 50 anos e 22% das mortes acontecem neste grupo”.
  • Clique em ENVIAR.

Caso a recomendação de mamografias de rastreio a partir dos 50 anos avance, o senador Nelsinho Trad se comprometeu a propor um Projeto de Decreto Legislativo. “É um grande retrocesso em tudo que a gente fez e já avançou na questão da prevenção das doenças da mulher, em especial o câncer de mama”, concluiu.

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