Na sua campanha para o Senado, o deputado federal Vander Loubet (PT) adquiriu uma musculatura eleitoral cujo crescimento é atribuído a duas fontes decisivas de apoio e engajamento. Uma é constituída pelos eleitores tradicionais do seu núcleo partidário. Outra, mais ampla, é constituída por eleitores e eleitoras de outras forças partidárias e ideológicas que não fazem parte do bloco petista ou até estão em frentes opostas.
Para Vander, todos estes votos formam um só campo de eleitores, que sem prejuízo de suas convicções, encontram razões comuns para definir suas escolhas. “É direito legítimo, e é necessário, cada um votar em quem quiser. Mas o voto tem significado maior, de grandeza, porque traduz a expectativa de respostas a problemas que afetam as várias demandas e aspirações da sociedade”, define. “Por isto, o voto precisa ser respeitado, acima de tudo.”
As palavras de Vander sinalizam como pretende marcar o mandato de senador e explicam também porque a sua candidatura tem atraído apoios e engajamento de lideranças de partidos adversários do PT, principalmente prefeitos. Estima-se que mais de 40 deles, a maioria do PL, PP e PSDB, estejam pedindo votos para o petista. Em princípio, é um reconhecimento dos gestores ao vitorioso trabalho de Vander na abertura de portas para as prefeituras em Brasília, vibilizando recursos federais sem qualquer distinção partidária ou ideológica.
Manifestações
Severos críticos do PT, prefeitos como Juliano Ferro (PL), de Ivinhema; Nelson Cintra (PSDB), de Porto Murtinho; e Júlio Buguelo (PSD), de Glória de Dourados, anunciaram publicamente suas adesões à candidatura de Vander. Outros tipos de manifestações vêm assinalando a campanha do candidato, como a que ocorreu no final de agosto, em Tacuru, durante um encontro de 12 prefeitos do Cone Sul com o diretor-geral brasileiro da Itaipu Binacional, Enio Verri.
Aquela ocasião havia sido trabalhada por Vander para consolidar os avanços obtidos três anos antes para a região. Em 2023, ele convenceu a Direção da Itaipu e o Governo Federal a incluir mais 34 municípios de MS nos editais de recursos até então destinados somente a Mundo Novo. Foi uma vitória para os municípios e as populações de Amambai, Angélica, Antônio João, Aral Moreira, Batayporã, Caarapó, Coronel Sapucaia, Deodápolis, Douradina, Dourados, Eldorado, Fátima do Sul, Glória de Dourados, Iguatemi, Itaporã, Itaquiraí, Ivinhema, Japorã, Jateí, Juti, Laguna Carapã, Maracaju, Naviraí, Nova Alvorada do Sul, Nova Andradina, Novo Horizonte do Sul, Paranhos, Ponta Porã, Rio Brilhante, Sete Quedas, Sidrolândia, Tacuru, Taquarussu e Vicentina.
Segundo Vander, a experiência e os conhecimentos adquiridos em seis mandatos consecutivos de deputado federal forneceram credenciais para aprimorar papéis fundamentais ao desenvolvimento dos municípios, como a abertura de portas ministeriais a prefeitos e lideranças, a liberação de verbas aos projetos das prefeituras, a construção de diálogo e o livre trânsito nos diversos ambientes políticos.
“Quero ser o senador da defesa da democracia, da soberania nacional e dos direitos fundamentais e legítimos da sociedade. Estas tarefas implicam fortalecer a presença e a lideranças dos municípios e seus gestores”, finaliza Vander.









